O Estado de S. Paulo, 25/10/1926
Em outubro de 1926, o vilarejo de Itambé, próximo à cidade de Olympia, no norte paulista, foi atingida por um tornado, fato então raro na região e que quase acabou com o povoado. O fato saiu nos jornais e mereceu, inclusive, diversas fotografias, as quais ainda eram raridades nos jornais brasileiros. Note que o nome Itambé está assinalado no mapa. Hoje, Itambé se chama Ibitu.
A igreja de Itambé, destruída pelo tornado de 1926.
Porém, noventa anos mais tarde, o que mais me interessou nessa reportagem foi um mapa que foi publicado no jornal O Estado de São Paulo que mostrava a localização do vilarejo (veja a seta no centro co mapa acima).
Neste mapa, são mostradas diversas ferrovias dessa região - inclusive algumas que jamais foram construídas. De onde terá sido tirado esse mapa na época? Teria sido ele cópia de algum mapa mostrando ferrovias já existentes e operativas juntamente com projetos que acabaram não sido concretizados?
A igreja de Itambé, reconstruída e em pé em 2017.
Vejamos: as ferrovias são as linhas preenchidas intermitentemente com preto e branco. Rodovias eram raras, são apenas riscos pretos. Riscos pretos tortuosos são rios ou córregos. O maior rio que aparece é o rio Pardo. que corre a nordeste do mapa. Existe também uma linha branca tracejada que liga (São José do) Rio Preto ao rio Grande, indo no sentido de onde mais tarde estaria a cidade de Colômbia. Pode ser o projeto para alguma rodovia, de que, infelizmente, não tive como me certificar.
Do Google Maps, a mesma região, hoje
Das ferrovias aí marcadas, separemos as que já operavam: a que liga Catanduva a Rio Preto já existia desde 1912 e é a E. F. Araraquara; a que liga Pitangueiras (no canto inferior direito) a Olympia é a E. F. São Paulo-Goiaz, bem como o trecho Ibitiúva-Terra Roxa - este último ramal e o trecho Pitangueiras-Bebedouro seriam neste mesmo ano, 1926, vendido à Companhia Paulista; o trecho entre Barretos e Andes e daí para baixo era o tronco métrico da Paulista, trecho aberto em 1909; finalmente, também no canto direito inferior, o trecho que liga Luzitânia a Jaboticabal, esta última fora do mapa, também operava desde 1916, parte da pequenina E. F. Jaboticabal.
Mas há outras ferrovias aí que são "fantasmas". Quais seriam elas? Listemo-as:
- à esquerda, no mapa, há uma linha que vem do sul e segue para noroeste - que linha era esta? Em minha opinião, há duas possibilidades. Uma, é que pertencesse à E. F. Oeste de São Paulo, ligando Taiaçu a Rio Preto e dali para próximo ao rio Grande, ao norte; outra, que fosse um prolongamento da linha de E. F. do Dourado, partindo lá embaixo e fora do mapa da cidade (ainda incipiente e sem este nome) de Novo Horizonte e dirigindo-se para uma região ainda inóspita no Noroeste paulista. A conferir. Há pouca literatura sobre os dois projetos citados. Notar que a Dourado somente chegou a Novo Horizonte, vinda de Ibitinga, em 1939, ou seja, 13 anos mais tarde. E por ali ficaria. Aliás, o prolongamento da E. F. Araraquara, que não é mostrado nesse mapa nem como projeto, foi feito no sentido de Mirassol (que aparece no mapa como Mira Sol).
- No centro do mapa, saindo de Olympia para noroeste, a linha só pode ser a que foi aberta em 1935 pela E. F. São Paulo-Goiaz, atingindo Nova Granada - no mapa, esta cidade ainda não aparece e a continuação até Icem nunca foi feita.
- Mais para a direita no mapa, a linha que sai de Barretos e que atingiria Colômbia, somente seria realidade em 1930. Em outubro de 1926 estava em início de obras.
- Para finalizar, a linha que aparece ligando Luzitânia à linha da São Paulo-Goiaz à esquerda de Ibitiúva jamais foi construída.
Interessante, não? Vale notar que, de todas essas linhas, somente ainda funciona hoje a da E. F. Araraquara. O resto que aparece, projeto ou realidade, já ou não existem mais ou estão debaixo de mato (caso do trecho Pitangueiras-Bebedouro-Barretos-Colômbia, da antiga Paulista).
O defeito do Brasil é pensar que é rico demais; por isso, joga dinheiro e infraestrutura fora.
(Esta postagem foi atualizada em 13/1/2018).
Mostrando postagens com marcador e. f. do dourado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e. f. do dourado. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
quarta-feira, 23 de maio de 2012
TERRENOS NAS FERROVIAS
Folha da Manhã, 12/10/1941Em 1941, era muito comum se ver anúncios de terras no interior paulista definidos pelas ferrovias. Ou melhor, pela sua zona de influência: Sorocabana, Paulista, Noroeste...
Ou mesmo "Vera Cruz ramal Marília", o que significa que a cidade (Vera Cruz) estava nesse ramal - mais tarde, o Tronco Oeste da ex-Paulista.
Ainda se usavam também os termos Araraquarense, Douradense, Mogiana, apenas estes não apareceram nesse anúncio de 1941. Podia-se citar também a proximidade da estação ferroviária, como num dos anúncios de Itirapina. Havia madeira para desmatar à vontade... hoje a grande quantidade de mata é um entrave.
Ainda se usam alguns desses termos no interior mais distante... Alta Sorocabana, Alta Mogiana, Alta Paulista... mas bem menos e hoje boa parte das pessoas nem sabem provavelmente que um dia eles se relacionaram com antigas ferrovias.
sábado, 14 de abril de 2012
AS NUVENS NEGRAS DE 1912
Cédulas de mil-réis que circulavam pelo Brasil em 1912O que ocorria há cem anos? Claro, o Titanic afundou. Já estou cansado do caminhão de melancias (melancias, não: Titanics...) que me tem jogado a mídia nos últimos dias sobre o assunto. Então, lembrei-me de outras coisas com relação às minhas pesquisas usuais e resolvi aqui colocar.
Há cem anos, 1912, eram inauguradas dezenas de estações e diversos trechos de linhas férreas pelo Brasil afora. Especificamente nos Estados de São Paulo, de Minas Gerais e do Mato Grosso do Sul (na época, era Mato Grosso), foram inaugurados: o trecho entre as estações de Guaxupé e de Itiguassu, passando por Guaranésia, no ramal de Passos da Mogiana, em Minas; as estações de Monteiros e de Mendonças, no prolongamento do ramal de Jataí da Mogiana, hoje desaparecido; o trecho entre Amália e Cajuru, do ramal de Cajuru, também da Mogiana e também desaparecido.
Também foram abertas estações da Companhia Paulista no trecho entre Colina e Barretos, de nomes Palmar e Frigorífico; Izar e Posto Rangel, na E. F. do Dourado e, também nesta ferrovia, parte do ramal de Jaú-dourado, entre Posto Rangel e Itapuí - então chamada de Bica de Pedra; na linha principal da E. F. Araraquara, foram abertas as estações de Cedral, Engenheiro Schmidt e São José do Rio Preto; na E. F. Funilense, as estações de Conchal e de Pádua Salles.
Além disso, os prédios das já existentes estações de São Carlos, Dois Córregos e Americana foram inaugurados ñas suas versões atuais, desaparecendo os prédios antigos. E, finalmente, foram abertos dois trechos da E. F. Noroeste do Brasil no Mato Grosso, um entre Três Lagoas e Água Clara, outro entre Pedro Celestino (hoje Imbirussu) e Porto Esperança, que seriam unidos dois anos depois, passando por Campo Grande.
Foram, portanto, entregues nessa época quilômetros e quilômetros de linhas férreas pelo país. Ainda houve outras entregas de trechos em outros estados nesse mesmo ano, não mostradas aqui. Bem diferente de hoje, onde muito se anuncia e pouco se constrói.
Em São Paulo, a cidade não contava ainda com mil automóveis pelas suas ruas, mas em compensação ela era cortada por inúmeras linhas de bondes elétricos.
Meu avô Sud Mennucci, sempre citado neste blog, começou o ano como professor primário em Piracaia e terminou em Dourado. Na primeira ele chegou a cavalo e na segunda, de trem. A linha férrea para Piracaia somente chegaria lá no ano seguinte. Sua futura esposa, Maria, a qual ele ainda não conhecia, ia e voltava todos os dias de trem de Porto Ferreira a Pirassununga, para estudar na Escola Normal de lá. Já meu avô paterno Hugo Giesbrecht estava se formando, terminando o terceiro ano do que hoje se chama segundo grau, no Colégio Dom Pedro II no Rio de Janeiro, para tentar iniciar uma faculdade de engenharia no ano seguinte. Sua futura esposa, que ele ainda não havia conhecido, Rosina, ainda brincava com bonecas em Joinville.
Lá no sul do país, irrompia a terrível Guerra do Contestado. No norte de Mato Grosso, hoje Rondônia, a ferrovia Madeira-Mamoré era entregue pela Brazil Railway depois de anos e anos de construção e muitas mortes. Na Europa, nuvens negras começavam a se espalhar pelo continente com a eclosão da Segunda Guerra Balcânica, prenúncio da Grande Guerra que chegaria dois anos depois, mudando completamente o mundo de então.
Marcadores:
1912,
cidade de são paulo,
Companhia Paulista,
dourado,
e. f. do dourado,
ferrovias,
funilense,
joinville,
Mato Grosso,
Minas Gerais,
Mogiana,
Piracaia,
rio de janeiro
domingo, 6 de novembro de 2011
FERROVIAS E RODOVIAS NA REGIÃO DE SÃO CARLOS EM 1938
No mapa publicado no jornal Folha da Manhã de 9 de março de 1938, podemos verificar que era fácil ir a São Carlos por estrada de ferro. Podíamos ir por via rodoviária (nas péssimas estradas de então), mas parece que pararíamos por ali mesmo.O mapa será confiável? Ou ele apenas mostra as rodovias que eram transitáveis? O restante seriam apenas velhos caminhos de tropas de animais utilizados mal e mal por aventureiros que se metessem a trafegar ali com um automóvel ou caminhão?
O fato é que, para ir a São Carlos, teríamos de ir pela estrada velha de São Paulo-Ribeirão Preto (que não era exatamente a via Anhanguera de hoje, em termos de percurso e muito menos de condições de tráfego) e sair em Porto Ferreira, passando por Descalvado e chegando a São Carlos.
No mapa, a ligação entre São Manuel e São Carlos teria de ser construída. E foi-o, realmente, há hoje uma boa ligação entre essas duas cidades passando mais ou menos pelo percurso ali sugerido. Aparentemente, não dava para ir de carro de São Carlos a Araraquara e a Ribeirão Preto. Mas seria isso mesmo?
Já em termos de ferrovias, o mapa é bem claro: eram linhas antigas e algumas foram retificadas logo depois: o tronco oeste (Itirapina-Panorama) ainda não existia, o que existia eram os ramais de Jaú e de Agudos, Bauru ainda não estava ligado a Piratininga nem ao ramal de Agudos, a E. F. do Dourado ainda ligava Jaú a São Ribeirão Bonito, Ibitinga e Itápolis ainda podiam ser alcançadas por ferrovias, bem como o bairro rual (até hoje!) de Santa Eudoxia.
Ainda existiam os ramais de Santa Rita e de Aurora (em bitolinha de 60 cm), o ramal de Anápolis (depois Analandia), em métrica, e o ramal de Santa Veridiana, este em bitola larga. Todas essas linhas podem ser vistas no mapa aqui reproduzido.
Hoje, das linhas aí existentes, somente sobram as que ligam (no mapa) Brotas-Jau-Dois Córregos-Jaú-Bauru (e daqui para oeste, via Garça) e o Rio Claro-São Carlos-Araraquara (e daqui para nordeste, via Rincão). Não nos esqueçamos também do trecho Botucatu-Lençóis-Agudos-Bauru (e daqui para Mato Grosso).
Todas as linhas restantes que são mostradas no velho mapa desapareceram. A velha Douradense, as bitolinhas da Paulista, bem como todas as suas linhas da métrica...
Rodovias, no entanto, existem muitas mais do que as que aparecem ou que são propostas no mapa. Inclusive a rodovia Washington Luiz, ligando Rio Claro, São Carlos, Araraquara e daqui a Matão.
São automóveis, ônibus e caminhões demais e trens de menos.
Marcadores:
Araraquara,
Botucatu,
Cia. Paulista,
e. f. do dourado,
E. F. Sorocabana,
ferrovias,
folha da manhã,
jaú,
rodovias,
São Carlos
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
OS PALACETES DE JAÚ

Em recente visita à cidade paulista de Jaú, próxima ao centro geográfico do Estado, resolvi fotografar vários dos chamados palacetes que existem na cidade.

Muitos se conservaram e vejam que eu fotografei somente alguns deles, à medida que eu ia passando, dirigindo naquela calma tarde de um domingo de agosto.

Boa parte está bem preservado, pelo menos externamente.

Aqui na página, algumas das fotografias que tirei. Todos os fotografados por mim estão na cidade velha, ou seja, na parte da cidade que foi a sua área urbana durante anos, até começarem os anos 1950, quando os automóveis passam a proliferar e os limites urbanos da cidade se expandem, tornando-as o que são hoje, inchadas e com mil problemas.

A parte antiga, portanto, fica delimitada por essas "fronteiras" que variam de cidade para cidade.

No caso de Jaú, a linha da Paulista e a da Douradense, ambas erradicadas, sendo que a da Paulista, na verdade, mudou de lugar em 1941, quando da alteração do seu tronco oeste.

Que estas casas se mantenham por longos anos, pois são muito bonitas e representativas de uma época.
Marcadores:
automóveis,
Cia. Paulista,
e. f. do dourado,
ferrovias,
jaú,
palacetes
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
DOURADENSE
Trem da Dourado. Foto Alberto del Bianco
A Companhia Estrada de Ferro do Vale do rio Dourado, ou mais tarde apelidada de Douradense, iniciou suas atividades com um trem ligando a cidade e estação de Dourado à de Ribeirão Bonito, esta ponta de um ramal de bitola métrica da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
Corria o ano de 1899. Quem vinha de São Carlos para Dourado tinha de trocar o trem em Ribeirão Bonito e seguir em bitola de 60 centímetros apenas, sacolejando até Dourado.
Estação de Trabiju
Mais tarde, a Dourado ampliou suas linhas, ligando-se com Jaú, Itápolis, Ibitinga e Novo Horizonte. Suas oficinas estavam em Trabiju, um pequeno vilarejo então na zona rural de Boa Esperança do Sul. A bitola passou a ser métrica. Dourado virou ponte de um curto ramal.
Carros de madeira que correram de Trabiju a São Carlos já no tempo da Paulista
Com seus velhos carros de madeira e estações muito simples - com exceção da de Dourado e a de Jaú, chamada de Jaúdourado e ligada à estação da Paulista somente um bom tempo depois de implantada - a Douradense tornou-se uma verdadeira lenda.
Estação do Monjolinho, entre Ribeirão Bonito e Ribeirão Bonito. Esta sempre foi da Paulista
Extinta em 1949, quando foi comprada pela Paulista, que havia financiado diversas operações da pequena ferrovia e por isso não teve outra solução senão encampá-la, a velha Douradense desapareceu, deixando seus admiradores abandonados.
A Paulista, no entanto, via futuro na linha-tronco da Douradense, exatamente a Ribeirão Bonito-Novo Horizonte, e durante dez anos investiu pesadamente nessa linha. As estações ferroviárias em mau estado foram reconstruídas, como a de Nova Paulicéia, esta em 1955. Todo o leito foi refeito, reempedrado, trilhos trocados. Um trem diesel passou a correr na linha para Novo Horizonte, agora saindo diretamente da estação de São Carlos, sem mais baldeação em Ribeirão Bonito.
Veio a intervenção do Estado de São Paulo na Paulista em meados de 1961, que acabou com a última ferrovia privada do País - exatamente a mais rentável e que melhor operava. Todo o investimento feito pela Paulista privada com a compra da Douradense foi por água abaixo. O governo fechou todos os ramais e a linha mestra, além do próprio ramal de Ribeirão Bonito. Em 2 de janeiro de 1969, correu po último trem entre São Carlos e Ibitinga. Todo o resto de trilhos já não existiam mais.
Um dia o trem passou por esta ponte de ferro entre Tabatinga e Ibitinga
A Douradense acabou. Sobraram o rio e a cidade da qual tirou o nome. E um pequeno grupo de admiradores daquelas velhas vaporosas que puxavam carros de madeira mambembes para contar sua história.
sábado, 20 de novembro de 2010
DESVIOS FERROVIÁRIOS
Há alguns dias recebi algumas fotografias do Desvio Giongo, em São Carlos, SP. Desvio Giongo? O que é isso? Bem, desvios são curtos ramais que saem de pátios ferroviários e se dirigem para outro ponto desse pátio ou mesmo para outras instalações vizinhas.
Muitas estações ferroviárias possuiam desvios. Em muitos pátios hoje abandonados, ainda existem eventualmente trilhos cobertos de mato que saem da linha principal e que se dirigem Às vezes para locais indefinidos, que não mais existem em alguns casos. O desvio Giongo, ou desvio da Serraria Giongo, levava às instalações desta última, onde composições geralmente curtas da ferrovia - no caso, a Cia. Paulista de Estradas de Ferro, carregavam ou descarregavam materiais.
Havia - e ainda há em algumas estações - desvios que levavam para as oficinas da própria ferrovia, para pedreiras, armazéns, ou instalações de terceiros, como outras indústrias, fazendas, minas etc. Em alguns casos, o desvio era tão longo que era chamado de ramal. Ou seja: não há um critério exato para se classificar essas linhas como desvio ou ramal, e nem é necessário.
Há muitos exemplos de desvios em muitas estações. O que é difícil, mesmo, é determinar o período de funcionamento dessas linhas ou fotografias das mesmas em operação. No desvio Giongo, existem pelo menos as fotografias mostradas aqui. O mapa desenhado numa fotografia aérea da mesma época (anos 1960) mostra a estação de São Carlos, o desvio Giongo, a localização da serraria e outras linhas existentes, como os ramais da ferrovia que saíam de lá (a E. F. do Dourado, por exemplo) e outras linhas.
Estação de São Carlos e desvio Giongo - Marco Antonio PauQuando um desvio ou um ramal industrial saía de fora do pátio de uma estação já existente, era geralmente criado um posto telegráfico no local de saída, com nome ou não (às vezes, chamado somente de km tal, ou com o nome do próprio desvio - o Desvio Furuya, por exemplo, na Sorocabana, em Miracatu, era o nome do posto e o do ramalzinho).
Desvio Coqueiros - 1929 - Amparo - sua história- seu povo - comércio - indústrias e recursos no ano de seu primeiro centenário - 1829-1929O material que consegui em 15 anos de pesquisas ferroviárias é muito pequeno em termos de documentação escrita ou fotográfica desses desvios. Isso torna uma satisfação muito grande cada obtenção de material de um desvio. No meu site estações ferroviarias podem ser encontrados alguns, nas páginas de algumas estações. Uma delas é a estação de Arcadas, da Mogiana, em Amparo, SP, onde um desvio levava a um cortume, o Coqueiros, em 1929.
Marcadores:
amparo,
Cia. Paulista,
desvios ferroviários,
e. f. do dourado,
E. F. Sorocabana,
ferrovias,
Mogiana,
São Carlos,
serraria giongo
Assinar:
Postagens (Atom)



