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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

ELIAS FAUSTO, NO RAMAL DE PIRACICABA DA EFS

Rua 15 de Novembro

A cidade de Elias Fausto é realmente pequena, mesmo comparada com as outras que faziam parte do antigo ramal de Piracicaba (ou de São Pedro) da extinta Estrada de Ferro Sorocabana.
A estação e o verde onde havia trilhos

Estive na cidade ondem, depois de dezessete anos sem visitá-la.
Trilhos, que, aliás, viraram grade de bueiro ao lado da estação

É realmente uma cidade sem atrativos, a não ser pela calma que exala quando se caminha pelas suas ruas. A "cidade velha?", ou seja, basicamente as ruas originais, compõe-se de três ruas paralelas que correm (corriam, hoje a linha não existe mais) no sentido dos trilhos da Sorocabana, cortadas por dez a onze ruas transversais de dois a três quarteirões cada uma. Do outro lado da linha, nada havia, era o limite da cidade, exceto casas de ferroviários ou de comércio em frente à plataforma. Hoje há mais casas, mas não muitas.
A bela casa ao lado da estação

Esta é a cidade mais que centenária e que pouco cresceu. Sua expansão "pós-era do automóvel) no máximo quadruplicou sua área... o que é realmente pouco. Do alto da rua central (Quinze de Novembro, que termina - ou começa - quase em frente à antiga estação ferroviária, ainda existente e em reforma para abrigar um órgão da prefeitura), enxerga-se, tanto olhando para um lado quanto para outro, a área rural, muito próxima.
A "casa dos dois irmãos", de 1938, estava fechada

Sua população é de pouco mais de quinze mil habitantes. Isto, incluindo um distrito a leste, de nome Cardeal, que é pouco menor. A cidade, apesar disso, possuía ao todo cinco estações e paradas ferroviárias, das quais apenas a do centro e a de Cardeal cresceram. O restante - Chave Stein, Chave Queluz e Tibúrcio - são e sempre foram áreas rurais com pouquíssimas construções.
A fachada da antiga estação foi bem modificada.

No antigo ramal já citado, apenas a cidade de Mombuca, com pouco mais de três mil habitantes, é menor do que Elias Fausto.
Esta casa é bem antiga. Talvez do século XIX
Aliás, falar de calma na cidade é até irônico, considerando-se que o prefeito foi assassinado há exatamente uma semana.
A casa dos anos 1940 (provavelmente) sendo demolida

Não há um edifício de apartamentos ou de negócios na cidade (que não tem ideia de como isso é bom) e ela ainda conserva várias casas e depósitos com mais de sessenta, setenta anos de idade. Algumas dessas pequenas casas foram fotografadas por mim ontem.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

PIRACICABA ANTIGA

A estação ferroviária da Sorocabana pouco ou nada alterou em sua fachada, mas, hoje, ao lado do terminal de ônibus urbanos da cidade, é o dentro de controle operacional dos transportes coletivos, que não incluem trens...

Minha visita a Piracicaba na semana passada rendeu algumas fotografias da cidade d'antanho. Muitas das casas fotografadas, quase todas, creio, são da época em que meu avô morou lá - ou seja, desde 1892 (quando nasceu) até 1925, quando se mudou de lá. Claro que houve um intervalo, entre 1910 e o início de 1914 e entre meados de 1914 e 1921, quando ele morou em Porto Ferreira, onde casou, e Campinas (1921).

A estação da Sorocabana (foto no topo desta página) não era essa ainda. Ela foi construída em 1944 e, embora fosse uma edificação ao nível (tamanho) que a cidade merecia, era de uma arquitetura já mais moderna e feiosinha, que veio para substituir o velho prédio de 1885. E o meu avô Sud Mennucci conheceu apenas a velha.


Ele conheceu a da Paulista, que era bem mais bonita, de 1922, mas que, como nesta visita não a fotografei, não publico nenhuma foto aqui.

Alguns casarões foram retratados por mim na cidade velha. Alguns, pois há certamente muitos mais. São do tipo que se encontra em diversas cidades do Brasil e da mesma época. Época em que, como os automóveis eram raros e caros (até a Segunda Guerra) e ônibus tipo jardineiras que, quando existiam, não levavam muito longe, por ruas e estradas cheias de barros e atoleiros.

Mas o que é a cidade velha? É a cidade que se continha dentro de um quadrilátero, na maioria das vezes nada regular, que continha a área urbana de cada cidade do país e afora dela, era louco quem ousasse morar. Como eu disse acima, a falta de condução decente impedia a cidade de crescer além dessa "barreira". Graças a Deus...

Em muitas cidades a ferrovia era uma dessas barreiras. Existem ainda cidades do interior que estancam nas ferrovias. Brotas. Canitar. Manduri. Há outras, não muitas. Piracicaba não é exatamente uma delas. A linha da Paulista era relativamente recente (1922) e chegou quando a cidade já era centenária, mas ainda assim um dos lados da cidade parava naquela que viria a ser a linha e por isso a linha passou ali. A Sorocabana acompanhou o rio Itapeva em 1877, mas a cidade velha conseguiu atravessá-la e subir no sentido da avenida Independência.

Poder-se-ia (ao menos para mim, que não sou piracicabano e que, portanto, não conheço tão bem assim a cidade e sua história para crer que esteja certo no que escrevo) então afirmar que os limites da cidade velha sejam a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a avenida Independência, a linha da Paulista e o que deveria ter sido sus continuação até Torrinha e as curvas do rio Piracicaba.

Se não foram, sinto pela minha ignorância. É apenas o que me parece.

E os casarões que sobram mostram a maravilha que a cidade foi e a cidade sem-graça arquitetônica que a maioria das cidades hoje é e que também atingiu Piracicaba.

terça-feira, 26 de maio de 2015

CRAVINHOS, SP: A MOGIANA, AS CASAS E A IGREJA

Estação ferroviária de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

Já escrevi diversas vezes sobre a cidade de Cravinhos neste blog. Porém, somente entrei na sede do município (à esquerda da via Anhanguera para quem vem de São Paulo, lá pelo quilômetro 300) no ano de 1999 e, depois, na semana passada.
Estação ferroviária de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

De várias outras vezes, apenas passei pela rodovia, mesmo, direto.
Um dos casarões de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

É uma cidade bastante calma. É meio difícil de demarcar a "cidade original". A estação é um dos pontos de "final de cidade": como quase sempre, a ferrovia não entrava na cidade, mas passava o mais próximo possível dela, para facilitar as obras e pagar o mínimo possível de valor na desapropriação (isto, quando os donos de terras não doavam o terreno para a passagem dos trilhos e construção da estação - eles faziam isto para ganhar proveito do trem no futuro).
Um dos casarões de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

Hoje a cidade encosta na rodovia. Há cem anos atrás, certamente, estava longe dela. (lembrar que, apesar disso, a via Anhanguera somente passou por Cravinhos a partir de 1956).
Igreja que caiu e foi recobstruída em Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

Para ler outras postagens a respeito de Cravinhos, basta clicar aqui: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
Um dos casarões de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

A Companhia Mogiana de Estradas de Ferro somente aportou com uma estação no então afastado bairro de Cravinhos em 1883. Em 1956, desativou o ramal que saía da estação e ia até Serrana, com bitola estreita de 60 cm, e, em 1964, desativou a própria linha, que foi transferida em uma variante (com a estação) para nove quilômetros a leste da cidade.
Mercado Municipal de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht

A estação antiga ficou. Hoje serve para o funcionamento de diversos órgãos da prefeitura. É um prédio amplo, comprido, com arquitetura típica da Mogiana do final do século XIX, que também tem o as armazéns incorporados nele.
Antiga estação de Bifurcação no ramal de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht
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Do ramal de Cravinhos, sobraram apenas as estações. Duas delas ainda podem ser encontradas ao lado da rodovia que liga a cidade a Serrana. Esta estrada, no entanto, não acompanha o leito da antiga linha, e sim, cruza-a algumas vezes. Por isto, as estações de Bifurcação (de onde saía outro pequeno ramal, o ramal de Jandaia) e de Manoel Amaro estão a alguns metros, em declive, a primeira à direita, a segunda à esquerda da estrada. Não é fácil de se encontrar o leito do antigo ramal, mas as estações se vêem da rodovia.
Outro prédio na estação de Bifurcação (armazém, modificado?) no ramal de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht
A chegada da estrada de ferro determinou o crescimento da cidade - embora não tenha sido muito grande, dada a proximidade muito grande com a cidade de Ribeirão Preto, hoje gigante, com 600 mil habitantes, e que ofuscou as diversas cidades ao seu redor. De qualquer forma, podem-se encontrar diversas residências e prédios antigos na cidade, muitos dos quais reproduzo aqui.
Antiga estação de Manoel Amaro no ramal de Cravinhos. Maio de 2015. Foto Ralph M. Giesbrecht
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Curioso também foi o que ocorreu com uma das igrejas da cidade, aparentemente a mais antiga, a de São Benedito, que desabou em 2009. Dela sobrou apenas a fachada. Fui verificar o que havia ocorrido com as ruínas e - milagre - foi reconstruída a partir desta (ver aqui o link 1).

sábado, 17 de janeiro de 2015

ARARAS, SP: MARAVILHAS

Ao fundo, em foto tomada da varanda do Hotel Marques, em Araras, o Morro Azul
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Araras não é certamente uma das cidades mais bonitas do Brasil, mas tem uma região central bastante simpática, ainda mantendo casarões e edifícios públicos muito bonitos e que já foram mostrados neste blog.

Na região onde existem cidades que se desenvolveram com a chegada da Companhia Paulista de Estradas de Ferro nos anos 1870, algumas já existentes anteriormente, como a própria Araras, Rio Claro e Pirassununga, e outras que se aproveitaram dos trilhos para crescer, como Leme, Cordeirópolis, Santa Gertrudes e Porto Ferreira.
Praça central de Araras e seu arvoredo. A cidade, desde o início do século passado, é conhecida como Cidade das Árvores
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Estive esta semana em Araras, e fotografei algumas poucas, mas bonitas cenas da cidade. A fotografia do topo da página mostra à distância o Morro Azul, que fica no município de Iracemápolis e também pode ser visto de Limeira (e possivelmente de outras cidades). Ele é o ponto mais alto da região. Na fotografia podem-se ver diversas antenas de retransmissão. Ele sempre serviu de referência para os antigos desbravadores da região.
Casa que hoje serve como depósito. Observe na lateral parte da varanda interna que tem os balcões de madeira, vistos na fotografia abaixo
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A sua praça central (antigo Passeio Público) é repleta de árvores e tem construções do governo e da igreja dos anos 1910 e 20, todos bem mantidas - e que ficam mais para o fundo direito da foto, não podem ser vistas aqui. Fica também no ponto mais alto da "cidade velha" - que se espalha entre a atual via Anhanguera e dois córregos, sendo um deles o córrego das Araras, além da linha do trem, que não existe mais, no quarto lado, fechando o quadrilátero original do século XIX.
Balcão na varanda de madeira
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E ainda "descobri" por acaso uma joia do início dos anos 1920: uma antiga residência, que hoje serve como depósito do hotel em que eu estava - seu quintal é estacionamento para os hóspedes - que tem a fachada muito bonita e bem cuidada, ficando na rua Nunes Machado, a apenas um quarteirão e meio do já citado Passeio Público, e, na lateral, que só vê quem entra no estacionamento, pois o portão está sempre fechado, sendo aberto somente quando você entra com seu carro, uma varanda com beirais em madeira maravilhosos.

Mais sobre Araras aqui: http://blogdogiesbrecht.blogspot.com.br/2013/06/uma-visao-sobre-araras-sp.htmlhttp://blogdogiesbrecht.blogspot.com.br/2013/06/uma-visao-sobre-araras-sp.html

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

AS ESTAÇÕES E CASARÕES DE RIO CLARO, SP

A fachada da antiga estação ferroviária, hoje. Utilizada como terminal de ônibus urbanos. Todas as fotos são de hoje e de minha autoria
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Pois é, hoje, depois de quase três anos, estive em Rio Claro a trabalho e tive de dar uma boa rodada pela cidade.
Um dos belos (e poucos) casarões da cidade
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Aproveitei e tirei fotografias de alguns dos casarões remanescentes. São já poucos. Há muitos mutilados. Seguem aqui algumas fotos.
Futuro museu, em restauro
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Passei também na estação, claro, repintada, e na estação "nova" - a da variante Santa Gertrudes-Itirapina aberta em 1976, na estação que ficava no bairro de Guanabara.
Casarão de esquina
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Tudo mal cuidado e muita sucata - bom, nem tanto. Ali e´fácil fotografar. Basta fotografar da ponte sobre a linha, na rodovia Piracicaba-Rio Claro, logo no início.
Aqui, apenas ruínas
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A linha que passa dentro da cidade hoje, vindo também de Santa Gertrudes, é alinha de 1876, que, no trecho após a estação velha, já foi retirada. Ninguém, claro, pensou em utilizar o leito para trens metropolitanos ou VLTs. Não fiquei surpreso - principalmente porque eu já sabia do fato (que faz tempo). A linha que ficou é hoje apenas um ramal para se atingir as oficinas da antiga Paulista na avenida 8, hoje utilizadas pela ALL.
Pátio de Guanabara, "Rio Claro-nova". Ao fundo, uma composição chegando (notar o farol). Este da frente estava parado. O mato e a sucata (à esquerda) comem soltos
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Outro fato cutioso: a cidade não tem muitas árvores. O que salva mesmo são os bairros do lado de baixo da linha - onde hoje está o Shopping da cidade - e o horto florestal, bastante próximo da cidade e que era da Cia. Paulista. Uma floresta bastante bacana que ocupa uma porção razoável do município e delimita a área urbana.
De repente, outra locomotiva chega para "beijar" a que estava parada ali
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Finalmente, dois comentários: o rio Claro, que deu o nome à cidade, hoje está canalizado e entubado debaixo da avenida Visconde do Rio Claro. Enterraram o rio que "fundou" a cidade. E as ruas, que não têm nome, tem números que facilitam bastante a localização para quem conhece pouco a cidade.

sábado, 21 de janeiro de 2012

PEDREIRA, SÃO PAULO

Prédio que abriga hoje a Prefeitura Municipal, construído em 1834.

O nome "Pedreira" deve existir em inúmeros locais do Brasil. Em cada lugar onde um dia existiu (ou ainda existe) uma pedreira, este nome acaba por extrapolar os limites do empreendimento em si. Assim, existe um bairro da Pedreira em São Paulo (está one hoje acaba a Marginal do Rio Pinheiros, ou a avenida das Nações Unidas, ao sul do cruzamento desta com a avenida Interlagos), existe o bairro da Pedreira em Cajamar e inúmeros outros.
A estação de Pedreira (bem a direita) e seu pátio, sentido Jaguariúna. Hoje aí passa a rodovia e há muitas casas ao redor, principalmente servindo como lojas de objetos de cerâmica.

Lá entre as cidades de Jaguariúna e Amparo, no que antigamente era o ramal de Amparo da Mogiana, existe a cidade de Pedreira. Neste caso, entretanto, o nome foge à regra: os fundadores, pai e filhos, tinham como segundo nome sempre "Pedro": João Pedro, Bento Pedro, Antonio Pedro e José Pedro. Daí nasceu "Pedreira".
Casarão que ariga um museu.

A cidade formou-se alguns anos após o surgimento da estação, que fora construída em terras da Fazenda Grande, dos "Pedros", no ano de 1875. Já em 1896, a vila ganhou o status de município, separando-se de Jaguai (hoje Jaguariúna). Às margens do rio Jaguari, quem desembarcava na estação da Mogiana deveria ter uma belíssima vista do rio e dos poucos casarões em volta da linha. O pátio e a plataforma de embarque e desembarque davam frente para o rio.

Outro casarão, já fora da área da estação.

Com a chegada das fábricas de cerâmica, em 1916, desenvolveu-se o comércio de peças deste material pela cidade, que hoje tem boa parte de sua renda de turistas que vêm a ela para fazer compras. Tal comércio se dá principalmente em volta da rodovia Amparo-Jaguariúna, que passa pela estação, ocupando parte do antigo leito da ferrovia que corria ao longo do rio. Com isto, o velho prédio da estação ficou ilhado no meio da pista, movimentadíssima principalmente durante o final de semana. Pedreira é um dos raros casos de cidades que ainda têm a estrada passando dentro dela.
O rio Jaguari, aqui visto no sentido montante. Notar uma garça sobre a pedra.

Diversos casarões dos séculos XIX e início do XX ainda se mantêm na cidade. Um deles, dos "Pedros", é talvez o edifício mais antigo, às margens do rio Jaguari - à outra margem dele, junto à cabeceira da ponte - e que hoje abriga a sede da Prefeitura Municipal.
Belo casarão próximo à ex-estação ferroviária.

Curioso na cidade é a quantidade de placas de prefeitos indicando inaugurações de obras. Até o banheiro municipal, construído na lateral da estação (a lateral à direita da antiga plataforma), tem uma - lastimável procedimento de gasto de dinheiro e de propaganda inútil de prefeitos do interior.
Casarão que virou pizzaria.

Ao contrário do que pode parecer, o centro da cidade não é realmente a região da estação, com suas lojas de cerâmica e a parte mais movimentada, mas sim um pouco mais além, onde a cidade, no mesmo lado do rio, se espicha perpendicularmente à rodovia-avenida. Por ela se espalham outros casarões, alguns muito bonitos. Há, também, muitos bairros rurais pelo município.
A antiga estação ferroviária. A foto foi tomada em sentido contrário à da fotografia antiga. O lado que aparece era ocupado pela plataforma. A cobertura desta já se foi.

As fotos que apresento aqui foram tomadas por mim em visita à cidade no último domingo, dia 15 de janeiro.

sábado, 27 de agosto de 2011

CASARÕES DE ARARAQUARA

Av. Brasil (rua da Estação)

Alguns dos casarões de Araraquara, fotografados hoje.

Av. Brasil (rua da Estação). Pode ser do tempo do Império, pelo monograma no frontão.

Há muitos mais.
Rua Nove de Julho (rua 2).
Hotel Municipal - Rua São Bento (rua 3).
O mais bonito aqui é o do Hotel Municipal, que ainda funciona, foi recentemente restaurado e é muito bom.
Rua Nove de Julho (rua 2)
Avenida Brasil (rua de Estação)