
No tempo dos e-mails, pode-se pensar em telegramas? Como este acima, da Western Union brasileira, passado em alguma loja deles?

Eles eram os e-mails de outrora. Cada estação ferroviária ou posto telegráfico podia enviar telegramas particulares, além dos próprios, utilizados para facilitar o tráfego dos trens; para isso havia uma tabela de preços. Os telegramas saíam com os logotipos das ferrovias.

Com a popularização do telefone, os telegramas começaram a ficar menos frequentes, mas mesmo assim ainda eram algo que se podia enviar mais rápido que uma carta e, afinal, era um documento escrito.

Depois vieram os fazes populares e baratos, aparelhos de faxes que passamos a comprar baratos e instalávamos em nossas casas.

Em seguida, os faxes passaram a ser instalados nos nossos computadores, ligados à rede telefônica...

E, afinal, nessa época já existiam os e-mails...

Sobraram apenas as cópias de telegramas que eram recebidos pelas pessoas e que foram guardados, por um motivo ou outro, passando pelas gerações seguintes que se preocuparam em conservá-los. Os telegramas acima são do acervo de meu avô Sud Mennucci.